Por quase 25 anos, Mônica Lessa, técnica de enfermagem, atuou na sala de vacina e em outras áreas do centro de saúde.
Mesmo com toda essa experiência, carregava um sentimento constante de insegurança.
Sabia aplicar vacinas, mas faltava algo essencial: o conhecimento profundo para explicar, orientar e tomar decisões seguras.
Em muitas situações, não tinha resposta para dúvidas de pacientes e colegas — e isso a deixava ansiosa, sobrecarregada e pensando em desistir.
Um dia, depois de um plantão difícil, Mônica abriu o Instagram e se deparou com conteúdos sobre vacinação que mudaram sua perspectiva.
Ali, encontrou clareza e a possibilidade de aprender de forma estruturada.
Decidiu investir na mentoria Vacina Segura. Foi um passo ousado: usou o cartão de crédito mesmo sem ter o valor disponível. Mas acreditou que valeria a pena.
Com o método certo, Mônica passou de “vacinar no automático” para dominar protocolos, calcular atrasos vacinais e orientar qualquer paciente com segurança.
Começou a reunir sua equipe para treinamentos, corrigir erros comuns e até ensinar agentes comunitários de saúde sobre o calendário vacinal.
O impacto foi tão grande que os gestores perceberam sua evolução.
Em pouco tempo, foi promovida para ser responsável pela vacinação em outro município, com direito a gratificação salarial pelo trabalho.
“O dinheiro que investi no curso voltou para mim como bonificação. Hoje eu sou referência: a coordenadora diz que, se alguém tiver dúvida, procure a Mônica.”
Antes invisível, Mônica agora é vista como ponto de apoio e referência.
Colegas que antes a criticavam começaram a respeitar seu conhecimento.
E pacientes passaram a receber não apenas a vacina, mas também orientações completas e claras.
“Eu nunca tinha sido reconhecida. Bastou esse curso para me enxergarem. Hoje, faço meu trabalho com prazer e segurança.”
🎥 Entrevista com Mônica Lessa
Assista à história completa, com todos os detalhes da transformação de Mônica:
A Mensagem da Mônica
Para quem ainda acredita que se aprende vacina apenas na prática, ela é direta:
“Se fosse só prática, eu não teria feito esse curso em 25 anos. Hoje, sei que aprender é o que garante segurança para o paciente e para nós, profissionais.”
Mônica prova que nunca é tarde para se tornar referência — e que conhecimento certo não só traz confiança, mas também reconhecimento e oportunidades.